chega você quando era fim, naõ triste, mas final..
enlouquece qualquer mulher de inveja com o samba na ponta
do pé, e em segundos o acaso se mostra.
- hoow, olha onde anda..
(( eu devia apenas ter me desculpado, desviado e continuado
o caminho da dose))
(mas eu calo, ergo o cucuruto,
e me desculpo to olhando nos olhos por tal grosseria,
mesmo que não intensionado,
jurando, que se pudesse trombava de novo; pensei. )
e você parecia ter intendido tudo por uma palavra
que menciono..
me olha bem rapido com a sombrancelha baixa
sorri e abaixa a cabeça..
o acaso, o tal acaso; o meu melhor amigo da noite.
desfalcado, meio de lado, olhando você lá no meio
retribui-me então, e sorri de novo.
já era o bastante, já existia condições de dialogo,
mas por um palpite, algo me apontava um caminho reto
sem me curvar em você, ao resto da noite..
palpite pra que ? palpite em palavras simples, por mim
não passa de um destino inventado, se acomodar em
preguiça, mas não desinteresse.
eu tomei mais um gole, mas não pra encorajar-me, isso
me faltava.
mais deixa pra lá, pensei.. não por me gabar, mais na humildade,
o que fiz, foi jogar no vento, e esperar cair, e caiu, o
que eu esperei um bom pouco ( POR SER EM PRIMEIRA VIAGEM )com tal
ansiedade, que caisse bem na minha cabeça.
noite linda.. =D
a vida cobra impostos de cada sentimento aguçado,
esse imposto se chama risco: risco é o que você
corre dentro de casa, risco é o que você corre fora
de casa, risco você corre em qualquer lugar, só por
você, por você e alguém, ou até mesmo só por alguém
o que se perde em não se arriscar, é uma istória pra
contar, o que se ganha.. é só imaginar.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
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